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Indústria do cobre apoia redução da taxa de juros e pede isonomia competitiva

O Sindicel, entidade que reúne a indústria do cobre no Brasil, apoia a decisão do Banco Central de reduzir as taxas de juros da economia para 9%, finalmente um número que se aproxima da lógica de uma economia estável como a brasileira. Com o atual desempenho do mercado nacional e da economia mundial, percebe-se que o risco inflacionário é mínimo e não deveria ser usado como impeditivo para uma política expansionista.
A indústria brasileira como um todo enfrenta uma perigosa desaceleração, que pode condenar o Brasil, em última instância, a um exportador de commodities ou um montador de produtos. Particularmente, a indústria do cobre sofre com o câmbio valorizado, com uma elevada tributação e uma perversa informalidade da economia.
Desse modo, urge a necessidade do governo estabelecer uma estratégia para enfrentar o risco da desindustrialização. No longo prazo, já são conhecidas as demandas por uma reforma tributária e trabalhista. No curto prazo, há necessidade de medidas que enfrentem a falta de isonomia competitiva com os produtos importados, tais como isenções tributárias e linhas de financiamento mais abundantes.

Sobre o Sindicel
O Sindicel representa as empresas do setor de fios e cabos elétricos e ópticos e de produtos semimanufaturados em cobre e outros metais não-ferrosos. Fundado em 1979, atualmente reúne 56 empresas em todo o território nacional, representando mais de 90% da totalidade do setor.

Fonte: brasilengenharia.com.br



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